terça-feira, 9 de setembro de 2014


Uma borboleta branca contornada de hidrocor preta

insinua-se pra mim no Jardim Botânico de Curitiba

às 11h47 da manhã de uma segunda-feira.

Um minuto depois um pássaro mergulha no azul

e pousa na cerejeira carregada de frutos.

Mas a maior atração

não á a borboleta, ou a cerejeira, ou o pássaro

não é a estufa de vidro

tampouco as flores cor-de-rosa militarmente alinhadas

na entrada do jardim.

Todas elas são meras coadjuvantes para o maior espetáculo do dia:

sol em Curitiba!  

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