Uma borboleta branca contornada de hidrocor preta
insinua-se pra mim no Jardim Botânico de Curitiba
às 11h47 da manhã de uma segunda-feira.
Um minuto depois um pássaro mergulha no azul
e pousa na cerejeira carregada de frutos.
Mas a maior atração
não á a borboleta, ou a cerejeira, ou o pássaro
não é a estufa de vidro
tampouco as flores cor-de-rosa militarmente alinhadas
na entrada do jardim.
Todas elas são meras coadjuvantes para o maior espetáculo do
dia:
sol em Curitiba!
Nenhum comentário:
Postar um comentário