Com o celular na mão procuro por respostas improváveis de se achar em uma rede impessoal que se sente íntima de mim
Não tenho mais punho para toda essa tendinite
Não tenho mais peito pra toda a minha vaidade
Exijo um amigo que me meça o quanto eu acho que valho
Só pra responder que não mereço
Não tenho vontade de responder mensagens
Não tenho forças para sentir o de sempre de novo
Não estou convencida de saber mais sobre nada
Principalmente sobre mim
Meu corpo só pede um copo
E um pouco de torpor
Estou vazia de me sentir tão cheia.
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